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Relevantes, mas sem disco novo


O site inglês Über Rock conduziu um bate-papo com o guitarrista do Twisted Sister, Eddie Ojeda. Confira alguns trechos:

O que você acha que mantém o Twisted Sister relevante em 2011?

É uma daquelas coisas que estamos felizes que ainda aconteça. Difícil explicar, pois nunca sabemos porque as pessoas parecem se interessar cada vez mais. Qualquer seja a razão, nos sentimos gratos pelo reconhecimento. Penso que fazemos algo único, ninguém mais faz. Então, acaba criando esse interesse, trazendo novas pessoas cada vez que tocamos.

Foi essa a motivação uma década atrás, quando a banda se reuniu? Algo como um negócio que não havia terminado?

Provavelmente isso, além do fato que estávamos quebrados! Isso também é uma motivação. Infelizmente, os acontecimentos de 11 de setembro de 2001 foi o que nos trouxe de volta e começou a reunião. Fizemos um show para os bombeiros de Nova York, ali começou a rolar a vibração. Depois disso as ofertas começaram a aparecer e vimos que poderia funcionar. Fomos retomando as atividades aos poucos. Ainda é uma grande oportunidade fazer esses festivais. Somos gratos por essa segunda chance.

Já foi discutida a possibilidade de escrever material novo?

Sim, mas no momento não é o foco. Não planejamos fazer isso, mas nunca diremos nunca, pois não sabemos o que pode rolar no futuro. Talvez façamos um single aqui, outro ali, não sei. Quando bandas antigas fazem material novo, parece que não é notado. As pessoas ainda querem ouvir a velharia. Penso nisso quando vejo grupos como o Iron Maiden e o Judas Priest executando músicas novas e a audiência ficando quieta. Aí vem algo do British Steel ou Screaming For Vengeance na seqüência e é como se todos voltassem à vida. Então, qual o sentido de se esforçar tanto para acontecer esse tipo de coisa? No caso do Twisted Sister, já faz muito tempo que não lançamos discos de músicas inéditas. Estou trabalhando em um novo álbum solo, mas em relação à banda não parece que teremos novidades, ao menos agora.
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