Pular para o conteúdo principal

A batalha contra o alcoolismo


A irmã mais velha de Jani Lane, Vicky Oswald-Ley, falou com o Radar Online sobre a longa batalha do cantor contra o alcoolismo. “Não foi algo que ele escolheu. É um problema que se enfrenta diariamente e acabou o vencendo”. Ao mesmo tempo, ela fez questão de deixar claro que o problema de Jani era só com a bebida. “Ele não tolerava uso de drogas. Não usava. Ainda não recebemos o resultado da autópsia, mas como ele bebia demais, só posso imaginar que foi isso”.

Para Vicky, a morte da mãe foi um fator decisivo na perda definitiva de Lane. “Ele ficava sóbrio uns tempos, depois caía de novo. Nossa mãe morreu há sete anos. Ela era quem nos mantinha juntos. Sempre o levava a clínicas e hospitais. Quando ela se foi, ele deve ter perdido o desejo de se recuperar”.

A vergonha também parece ter sido uma inimiga. “Ele era talentoso, brilhante. Mas fechou as portas para os irmãos por se sentir envergonhado em beber. Queríamos ir até Los Angeles e trazê-lo de volta para Ohio, mas ele se isolou. Todo dia tentávamos entrar em contato”.

Vicky ainda citou que nem a esposa de Jani, Kimberly, nem o seu manager entraram em contato desde que o corpo foi achado. “Seria algo cortês a se fazer. Nem mesmo sabemos se haverá um serviço fúnebre. Por que ele estava em um hotel? Por que estava longe da esposa? Por que até lá havia isolamento? Temos muitas perguntas e não sabemos onde buscar respostas”.

Em seu canal no Youtube o Warrant fez uma homenagem ao ex-vocalista, com um vídeo de “Heaven” mixando duas diferentes apresentações.
Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Guns N’ Roses: Surge primeira foto de W. Axl Rose em 18 meses

Agora já com uma volta de parte do núcleo que fez do GUNS N’ ROSES a maior banda do mundo no fim dos anos 80 e começo dos anos 90 99,999% confirmada, podemos afirmar com a mesma proporção de certeza QUE:

1 – O grupo será SIM headliner do Coachella em abril próximo;

2 – A banda fará uma apresentação ao vivo no programa televisivo JIMMY KIMMEL LIVE! no mesmo dia em que as atrações do Coachella serão afirmadas – 6 de janeiro, uma quarta-feira;

3 – Mesmo com Duff e Slash a bordo, a banda – que também terá DIZZY REED, RICHARD FORTUS e FRANK FERRER – tocará “2 ou 3 faixas” do álbum de 2008 da marca, “Chinese Democracy”;

4 – Existe SIM um esforço do empresário Doc McGhee para que o SKID ROW – agora sem vocalista – reúna sua formação clássica com o vocalista SEBASTIAN BACH para abrir os 25 shows da turnê estadunidense que começa
em maio. Seria um modo de a banda celebrar os 25 anos de seu maior sucesso de crítica e público, “Slave To The Grind”

5 – Prepare-se para comprar uma caça…

Ratos de Porão: 'Crucificados Pelo Sistema' tem relançamento especial

O álbum de estreia do Ratos de Porão, Crucificados pelo Sistema, lançado originalmente em 1984, tem o relançamento previsto para Março deste ano nos formatos LP e CD.

A Hearts Bleed Blue (HBB), ao lado das gravadoras Läjä Records e Bruaki!, será responsável pela nova edição do clássico que, com a capa na cor preta, tem versão especial em vinil 180 gramas. O LP ainda vem acompanhado de um EP 7 polegadas inédito, com seis músicas, gravado ao vivo em 1983 no Napalm, lendária casa de show de São Paulo.

Já é possível encontrar o relançamento de Crucificados pelo Sistema em pré-venda, nos dois formatos, através do site da HBB Store. Na loja da gravadora também está à venda o documentário "30 Anos Crucificados Pelo Sistema", que conta a história da gravação do álbum de estreia do Ratos de Porão.

Peso Resistente: a discografia comentada do Motörhead

Poucas figuras encarnaram com tanta propriedade o espírito indômito do rock and roll quanto Ian “Lemmy” Kilmister. O líder, cantor e baixista do Motörhead, nascido no dia 24 de dezembro de 1945, em Londres, chegou a sete décadas de vida com a popularidade intacta, embora não se pudesse dizer o mesmo de sua saúde. Após lançar em 2015 o o disco Bad Magic, com o Motörhead, Lemmy morreu no dia 28 de dezembro, vítima de um câncer.

Foram 40 anos de Motörhead e uma vasta discografia cheia de ótimos álbuns que valem a pena ser revisitados. Há muitas outras boas canções além de “Ace of Spades” e “Overkill”, duas das mais conhecidas pelo grande público. Lemmy nunca gostou de rótulos – sempre falou que apenas tocava rock and roll –, só que os trabalhos clássicos mostrados aqui ajudaram a moldar algumas das mais importantes facetas do heavy metal moderno.

Overkill (1979)
O segundo disco do Motörhead trazia a formação mais feroz e conhecida da banda – além de Lemmy, também estavam “F…