Pular para o conteúdo principal

Fly, on your way...


Bruce Dickinson falou com o blog Lonely Planet sobre sua outra atividade: piloto de aviões comerciais.

Por que um cara que vendeu 85 milhões de discos resolveu arrumar um emprego como piloto comercial?

Queria experimentar colocar as mãos em algo maior que meu aviãozinho particular. Infelizmente, não posso ter meu aeroporto e um jumbo privado, como John Travolta, então pensei em arrumar um trabalho no meio. Mas nunca esperei voar em linhas aéreas, queria algo menor. Mas há dez anos, consegui e aqui estou, como capitão.

O que você mais gosta na vida de piloto?

Você está em um lugar diferente, é mantido vivo por esse pequeno casulo de alumínio, motor de pistão e combustível. É uma besta mecânica e você tem que cuidar de tudo. Tem horas que se pensa: “Eu não deveria estar aqui! Isso é um milagre”. Ainda tenho essa sensação cada vez que me aproximo de um avião. Há algumas manhãs horríveis em que temos que voar. Acordamos uma da manhã, quando ninguém está de pé. Está frio e tudo é coberto por gelo. Mas estamos ali.

Alguma similaridade com cantar no Iron Maiden?

Quanto estou voando, não me dou ao luxo de colocar os pés para cima e ficar sonhando. Sempre há algo a se fazer. É a mesma coisa quando se está em frente a cem mil pessoas. Corro no palco durante duas horas e ainda tenho outras coisas a fazer. Tenho 30 páginas de letras passando pela minha cabeça e preciso interagir com a platéia. Nem dá para ficar admirando e pensando o quanto aquilo é legal.
Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Guns N’ Roses: Surge primeira foto de W. Axl Rose em 18 meses

Agora já com uma volta de parte do núcleo que fez do GUNS N’ ROSES a maior banda do mundo no fim dos anos 80 e começo dos anos 90 99,999% confirmada, podemos afirmar com a mesma proporção de certeza QUE:

1 – O grupo será SIM headliner do Coachella em abril próximo;

2 – A banda fará uma apresentação ao vivo no programa televisivo JIMMY KIMMEL LIVE! no mesmo dia em que as atrações do Coachella serão afirmadas – 6 de janeiro, uma quarta-feira;

3 – Mesmo com Duff e Slash a bordo, a banda – que também terá DIZZY REED, RICHARD FORTUS e FRANK FERRER – tocará “2 ou 3 faixas” do álbum de 2008 da marca, “Chinese Democracy”;

4 – Existe SIM um esforço do empresário Doc McGhee para que o SKID ROW – agora sem vocalista – reúna sua formação clássica com o vocalista SEBASTIAN BACH para abrir os 25 shows da turnê estadunidense que começa
em maio. Seria um modo de a banda celebrar os 25 anos de seu maior sucesso de crítica e público, “Slave To The Grind”

5 – Prepare-se para comprar uma caça…

Ratos de Porão: 'Crucificados Pelo Sistema' tem relançamento especial

O álbum de estreia do Ratos de Porão, Crucificados pelo Sistema, lançado originalmente em 1984, tem o relançamento previsto para Março deste ano nos formatos LP e CD.

A Hearts Bleed Blue (HBB), ao lado das gravadoras Läjä Records e Bruaki!, será responsável pela nova edição do clássico que, com a capa na cor preta, tem versão especial em vinil 180 gramas. O LP ainda vem acompanhado de um EP 7 polegadas inédito, com seis músicas, gravado ao vivo em 1983 no Napalm, lendária casa de show de São Paulo.

Já é possível encontrar o relançamento de Crucificados pelo Sistema em pré-venda, nos dois formatos, através do site da HBB Store. Na loja da gravadora também está à venda o documentário "30 Anos Crucificados Pelo Sistema", que conta a história da gravação do álbum de estreia do Ratos de Porão.

Peso Resistente: a discografia comentada do Motörhead

Poucas figuras encarnaram com tanta propriedade o espírito indômito do rock and roll quanto Ian “Lemmy” Kilmister. O líder, cantor e baixista do Motörhead, nascido no dia 24 de dezembro de 1945, em Londres, chegou a sete décadas de vida com a popularidade intacta, embora não se pudesse dizer o mesmo de sua saúde. Após lançar em 2015 o o disco Bad Magic, com o Motörhead, Lemmy morreu no dia 28 de dezembro, vítima de um câncer.

Foram 40 anos de Motörhead e uma vasta discografia cheia de ótimos álbuns que valem a pena ser revisitados. Há muitas outras boas canções além de “Ace of Spades” e “Overkill”, duas das mais conhecidas pelo grande público. Lemmy nunca gostou de rótulos – sempre falou que apenas tocava rock and roll –, só que os trabalhos clássicos mostrados aqui ajudaram a moldar algumas das mais importantes facetas do heavy metal moderno.

Overkill (1979)
O segundo disco do Motörhead trazia a formação mais feroz e conhecida da banda – além de Lemmy, também estavam “F…