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Max Cavalera: orgulhoso quando toca música do Sepultura

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Em uma nova entrevista com o The Vinyl District, o ex-vocalista do SEPULTURA e atual SOULFLY, Max Cavalera, foi perguntado se ele ainda sente orgulho e um senso de completude quando toca músicas do SEPULTURA ou se isso abre uma velha ferida: “Não, eu me sinto orgulhoso, especialmente quando toco com o CAVALERA CONSPIRACY, porque sou eu e Igor [Cavalera, ex-baterista do SEPULTURA”, disse. “Duas pessoas que estavam envolvidas na versão original das músicas.”
Ele continua: “Na última turnê sul americana [do CAVALERA], nós fizemos muitas coisas legais. Nós fizemos um medley de ‘Beneath The Remains’, nós tocamos ‘Desperate Cry’. Em Belo nós tocamos ‘Necromaner’ com Jairo [ex-guitarrista do SEPULTURA], o que foi bem legal.”
“É divertido e o que eu amo sobre as coisas do CAVALERA, é que são tão poderosas quanto as coisas do SEPULTURA. Quanto tocamos ‘Inflikted’ ou ‘Sanctuary’ ou ‘Killing Inside’, foi brutal e muito alto, e o vocal é tão alto quanto aquele das músicas do SEPULTURA. Para mim, essa foi a vitória, bem aí. Isso mostra que estamos fazendo algo tão relevante quanto o que já fizemos, e nós devemos continuar. Nós estamos no caminho certo.”
Max também falou sobre o começo do SEPULTURA e sobre as dificuldades da banda estourar na cena brasileira e se tornar conhecida ao redor do mundo: “Sim, foi difícil.” Disse. “Na verdade quando começamos, ninguém gostava de nós. Haviam somente algumas pessoas que ligavam para o que estávamos fazendo. Por muito tempo, foi assim. Éramos nós contra o mundo. Pouco a pouco, isso melhorou com o tempo.”
“Nós nunca poderíamos imaginar que poderíamos fazer uma turnê mundial, lançar livros e ter fãs em todo o mundo. Isso foi realmente incrível, vindo de onde nós vemos. Era realmente impressionante, e realmente, realmente legal. Eu agradeço aos fãs todos os dias. Eles fizeram meu sonho se tornar realidade.”
“Quando eu era jovem, tudo que eu queria fazer era viver de música e não ter outro emprego. Só música. Viver para a música. Eu faço isso agora, e é ótimo. Eu só quero dar algo aos fãs através da música. Não decepcioná-los com o que quer que eu faça. Eu continuo tentando fazer bons discos todo o tempo.”
Traduzido por Fernando Portelada
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