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Sepultura: tocar "Roots" com o Korn foi "incrível", diz Kisser

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O Witchdoctor Productions conduziu uma entrevista com o guitarrista Andreas Kisser da banda SEPULTURA durante uma visita do grupo à África do Sul alguns trechos estão disponíveis abaixo.
Sobre a longevidade do SEPULTURA:
“Só estar em uma banda como o SEPULTURA já é um privilégio desde o começo, e há também o bom e a má pressão de estar em uma banda assim. Como todas as mudanças dentro da banda, e tentar fazer sempre o melhor para nos expressar da maneira mais honesta possível. Nós realmente somos o que somos. Não estamos tentando enganar os fãs. Nós tocamos músicas de toda a carreira do SEPULTURA, independente da formação, do selo do disco, contrato ou o que quer que seja, desde ‘Bestial Devastation’ até ‘Mediator’, nós respeitamos a história do SEPULTURA. Nós estamos celebrando 30 anos de nossa história. É uma data muito especial, muito especial, porque é uma bela história de uma banda do Brasil que vai a todos os lugares e recebe muito respeito em todos os lugares. E agora em 2014, nós ainda temos o mesmo sentimento, voltando aqui com a nova formação e nova energia, mas é uma energia bem honesta e verdadeira. Nós estamos aqui é a coisa. Essa é a coisa mais importante. Desde ‘Kairos’, essa é a principal mensagem: ‘Nós respeitamos nosso passado, mas não estamos presos nele.’ [...]”
Sobre tocar “Roots Bloody Roots” com o KORN em 19 de outubro de 2013 em São Paulo, no Monsters Of Rock:
Andreas: “Foi incrível e totalmente inesperado. Jamey Jasta do HATEBREED me convidou para tocar ‘Refuse/Resist’ [SEPULTURA] com o HATEBREED no dia anterior. Então todos fomos lá. Havia muitas bandas que conhecíamos e coisas assim. E nós estávamos nos bastidores. Eles estavam conversando e Fieldy [baixista do KORN] disse por alguma razão e a conversa foi: ‘Ei, cara, você quer tocar ‘Roots’ hoje?’ E ele chamou Derrick: ‘Cara, vamos ver o que está acontecendo’ e nós fomos para os bastidores, ele pegou a guitarra e começou a aprender os arranjos, e subimos no palco.

Derrick começou a gritar e as pessoas ficaram loucas. Foi incrível.”

Derrick: “Foi incrível ver isso depois, porque foi documentado em vídeo.”

Andreas: “Eu fiquei muito feliz em fazer parte desse momento. Foi totalmente inesperado e não planejado – nenhum agente ou merda assim. Só músicos se divertindo nos bastidores. Fico muito feliz que isso ainda existe.”


Traduzido por Fernando Portelada
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