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Médico legista diz ainda não haver evidências de que B.B. King tenha sido envenenado



No decorrer das declarações de Karen Williams e Patty King, filhas da lenda do blues B.B. King, de que o músico morreu em 14 de maio deste ano por envenenamento, o médico legista do condado de Clark County, no estado de Nevada, Estados Unidos, John Fudenberg, declarou que por enquanto não há evidências de que isso tenha acontecido. Ainda assim, a denúncia será investigada.

 Karen e Patty afirmam que o assistente pessoal de King, Myron Johnson, e a empresária LaVerne Toney, assassinaram o pai delas. “Acredito que meu pai foi envenenado e que lhe prescreveram remédios desconhecidos. Acredito que meu pai foi assassinado”, elas se manifestaram em comunicado.

 esse momento, não possuímos evidências de que essas alegações de má-fé serão confirmadas. No entanto, as estamos levando de forma bastante séria e vamos conduzir uma investigação detalhada”, disse Fudenberg em comunicado ao jornal inglês The Guardian.
Poucos dias depois de B.B. King morrer aos 89 anos, em Las Vegas, Nevada, o médico de B.B. King, Darin Brimhall, e John Fudenberg revelaram que o guitarrista foi vítima de "demência multi-infarto", doença associada à diabetes, que também é conhecida como "demência vascular". Uma nova autópsia será realizada e o resultado deve ser conhecido entre seis a oito semanas.
O artista vivia com diabetes nos últimos 30 anos. Ele foi hospitalizado em abril devido a uma desidratação e em outubro de 2014, teve que cancelar oito datas de shows forçosamente por desidratação e exaustão.
Segundo o The Guardian, a empresária LaVerne Toney e os 11 filhos sobreviventes de King vivem em longa disputa pelo espólio do músico, sob controle de LaVerne. Membros da família garantem que a agente controla R$ 5 milhões de propriedade de King, dos quais, R$ 1 milhão desapareceu recentemente. A justiça já negou repetidamente tais alegações, segundo a Associated Press.
Em comunicado, Brent Bryson, advogado que representa o espólio de King, respondeu. “Infelizmente, ícones musicais morrem. A senhora Toney fez tudo que pôde para atender aos pedidos do Sr.King e continua atendendo aos pedidos que ele tinha enquanto estava vivo. Espero que nos próximos dias possamos focar na contribuição musical do Sr.King para o mundo e não em declarações ficcionais feitas por aqueles que buscam atenção às custas do Sr.King”.
Mais de mil pessoas compareceram ao velório do mito do blues, na semana passada, em Las Vegas. Uma procissão deve acontecer nesta quarta-feira, 27, em Memphis, seguida de novo velório, sexta, 29, e do enterro, sábado, 30, no Mississippi, noticiou o The Hollywood Reporter”.
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