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Malhando e explodindo


Em entrevista ao The Province, Paul Stanley lembrou que não precisa se exercitar durante as turnês. “O show é a malhação definitiva. Não consigo reproduzir aquilo em uma rotina de exercícios diária. O que faço no palco é movido pela adrenalina. Seria impossível fazer aquilo em um treino”.

O guitarrista e vocalista falou sobre as pirotecnias e comparou com os primórdios da banda. “Temos os melhores trabalhando para nós. Quando começamos era crueza pura, para dizer o mínimo. Não havia pirotécnicos licenciados, ia qualquer um lá, explodia tudo e ganhava um salário. Passou muito tempo desde então”.

O que também mudou foi a platéia, que abrange diferentes gerações atualmente. Famílias inteiras comparecem aos shows para ver a banda tocando os clássicos de sempre. “Funciona de forma quase tribal. Alguns shows de Rock são restritos a determinadas idades, Você não quer ver seu irmãozinho ou pai por lá. Conosco funciona como uma espécie de ritual de passagem, os pais levam os filhos”.
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Já é possível encontrar o relançamento de Crucificados pelo Sistema em pré-venda, nos dois formatos, através do site da HBB Store. Na loja da gravadora também está à venda o documentário "30 Anos Crucificados Pelo Sistema", que conta a história da gravação do álbum de estreia do Ratos de Porão.