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Megadeth: como foi a volta de Dave Ellefson ao grupo

Em entrevista à Lithium Magazine, David Ellefson falou sobre as coisas que precisou deixar para trás para se ambientar em seu retorno ao Megadeth.

“Mentalmente me esforcei para não pensar nas coisas que ficaram para trás. Não dá para mudar o passado, só podemos aprender e seguir em frente. Não aprender com os erros do passado é o maior erro que alguém pode cometer na vida, pois nenhum de nós é perfeito. Certamente bandas de Rock são muito próximas devido ao aspecto criativo. Mas há o lado dos negócios. O tempo que você passa em aviões, ônibus e camarins é quando parece que se está confinado, sacrificando seu espaço pessoal pelo grupo. Penso que uma das coisas legais do tempo que fiquei fora foi justamente desenvolver outros lados da minha vida. Quando voltei, senti que tinha aberto minhas asas um pouco mais, podendo voltar a fazer sacrifícios pessoais pelos outros. Essa mentalidade de time é algo que melhorou muito no último ano”
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A Hearts Bleed Blue (HBB), ao lado das gravadoras Läjä Records e Bruaki!, será responsável pela nova edição do clássico que, com a capa na cor preta, tem versão especial em vinil 180 gramas. O LP ainda vem acompanhado de um EP 7 polegadas inédito, com seis músicas, gravado ao vivo em 1983 no Napalm, lendária casa de show de São Paulo.

Já é possível encontrar o relançamento de Crucificados pelo Sistema em pré-venda, nos dois formatos, através do site da HBB Store. Na loja da gravadora também está à venda o documentário "30 Anos Crucificados Pelo Sistema", que conta a história da gravação do álbum de estreia do Ratos de Porão.