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Química melhor que nunca


O The Rock Pit conversou com o guitarrista Wolf Hoffmann, que reafirmou a boa fase do Accept. Confira o bate-papo.

O novo álbum, Blood Of the Nations, já está aí há um bom tempo e vocês estão excursionando novamente pelos Estados Unidos. Qual a sensação?

Fenomenal. Está indo muito bem, devo dizer. Os fãs estão adorando, as casas de show lotam todas as noites. Estamos muito felizes, ninguém reclama.

O disco possui uma sonoridade renovada e mantém a integridade da banda. Vocês se preocuparam em manter o legado apesar das mudanças?

Sim, é claro. Quando decidimos fazer isso, sabíamos por onde começar. Não queríamos reinventar nosso estilo, tentar algo novo ou algo assim. A idéia era manter as características. Inicialmente teria sido bom para mim e Peter (Baltes, baixista) simplesmente sair e tocar, sem fazer um disco. Mas assim que um novo membro entrou, foi preciso. Seria estranho sair tocando só os clássicos com um novo vocalista. Então decidimos gravar, mantendo aquilo que os fãs esperavam, Metal Old-school com sonoridade renovada.

Como é o relacionamento fora dos palcos? Vocês se dão bem?

Sim, estamos amadurecendo juntos. Cada dia fica melhor. Há uma química melhor que jamais tivemos.

Verdade?

Sim. Nos anos 1980, quando tínhamos 25 anos e estávamos admirados com tudo, todos se davam bem. Mas o tempo passou e as coisas mudaram. Agora temos uma relação muito próxima na banda.
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