Pular para o conteúdo principal

Bruce Dickinson banido dos shows de seu filho

 Imagem

O vocalista Bruce Dickinson foi proibido de assistir aos shows de seu filho de dezesseis anos, pois este alega ficar ansioso quando vê o pai na platéia!

O frontman do IRON MAIDEN concordou com o pedido do filho Austin, pois se lembra do desconforto que também sentia quando seu próprio pai vinha assistí-lo quando era mais jovem. Dickinson declarou: "Ele [Austin] me disse, 'eu sei que você quer vir mas quando isso acontece, eu fico em pânico'. Eu entendo isso. Eu não quero ser aquele pai chato que acompanha tudo grudado no palco. Me lembro do meu pai comparecendo em uma das minhas primeiras apresentações e se dirigindo para a frente de terno e colocando os cotovelos no palco. Embaraçoso".
NOTA DO EDITOR: Ao que consta, Austin é o segundo filho de Bruce, e teria nascido em 1992, portanto está atualmente com catorze e não dezesseis anos conforme diz a matéria original.
Curiosamente Austin aparece como co-autor da faixa "Laughing in the Hiding Bush" do "Balls to Picasso", álbum solo lançado por Bruce em 1994. Na realidade, o título da canção remete a um episódio onde Austin, então com pouco mais de um ano de idade, estava brincando no jardim onde havia um arbusto que ele batizara de "arbusto sorridente", e ao perguntar o que o filho fazia, Bruce obteve como resposta "Laughing In The Hiding Bush", ou seja, ao invés de dizer que estava se "escondendo no arbusto sorridente", Austin trocou as palavras e disse que estava "sorrindo no arbusto escondido").

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Guns N’ Roses: Surge primeira foto de W. Axl Rose em 18 meses

Agora já com uma volta de parte do núcleo que fez do GUNS N’ ROSES a maior banda do mundo no fim dos anos 80 e começo dos anos 90 99,999% confirmada, podemos afirmar com a mesma proporção de certeza QUE:

1 – O grupo será SIM headliner do Coachella em abril próximo;

2 – A banda fará uma apresentação ao vivo no programa televisivo JIMMY KIMMEL LIVE! no mesmo dia em que as atrações do Coachella serão afirmadas – 6 de janeiro, uma quarta-feira;

3 – Mesmo com Duff e Slash a bordo, a banda – que também terá DIZZY REED, RICHARD FORTUS e FRANK FERRER – tocará “2 ou 3 faixas” do álbum de 2008 da marca, “Chinese Democracy”;

4 – Existe SIM um esforço do empresário Doc McGhee para que o SKID ROW – agora sem vocalista – reúna sua formação clássica com o vocalista SEBASTIAN BACH para abrir os 25 shows da turnê estadunidense que começa
em maio. Seria um modo de a banda celebrar os 25 anos de seu maior sucesso de crítica e público, “Slave To The Grind”

5 – Prepare-se para comprar uma caça…

Ratos de Porão: 'Crucificados Pelo Sistema' tem relançamento especial

O álbum de estreia do Ratos de Porão, Crucificados pelo Sistema, lançado originalmente em 1984, tem o relançamento previsto para Março deste ano nos formatos LP e CD.

A Hearts Bleed Blue (HBB), ao lado das gravadoras Läjä Records e Bruaki!, será responsável pela nova edição do clássico que, com a capa na cor preta, tem versão especial em vinil 180 gramas. O LP ainda vem acompanhado de um EP 7 polegadas inédito, com seis músicas, gravado ao vivo em 1983 no Napalm, lendária casa de show de São Paulo.

Já é possível encontrar o relançamento de Crucificados pelo Sistema em pré-venda, nos dois formatos, através do site da HBB Store. Na loja da gravadora também está à venda o documentário "30 Anos Crucificados Pelo Sistema", que conta a história da gravação do álbum de estreia do Ratos de Porão.

Peso Resistente: a discografia comentada do Motörhead

Poucas figuras encarnaram com tanta propriedade o espírito indômito do rock and roll quanto Ian “Lemmy” Kilmister. O líder, cantor e baixista do Motörhead, nascido no dia 24 de dezembro de 1945, em Londres, chegou a sete décadas de vida com a popularidade intacta, embora não se pudesse dizer o mesmo de sua saúde. Após lançar em 2015 o o disco Bad Magic, com o Motörhead, Lemmy morreu no dia 28 de dezembro, vítima de um câncer.

Foram 40 anos de Motörhead e uma vasta discografia cheia de ótimos álbuns que valem a pena ser revisitados. Há muitas outras boas canções além de “Ace of Spades” e “Overkill”, duas das mais conhecidas pelo grande público. Lemmy nunca gostou de rótulos – sempre falou que apenas tocava rock and roll –, só que os trabalhos clássicos mostrados aqui ajudaram a moldar algumas das mais importantes facetas do heavy metal moderno.

Overkill (1979)
O segundo disco do Motörhead trazia a formação mais feroz e conhecida da banda – além de Lemmy, também estavam “F…