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Ex-baterista do AC/DC é condenado a 8 meses de prisão domiciliar Comente



O ex-baterista do AC/DC, Phill Rudd, foi condenado nesta quarta-feira (9), na Nova Zelândia, a oito meses de prisão domiciliar após se declarar culpado de ameaçar de morte um empregado e sua filha de dez anos, além de portar metanfetamina e maconha. A informação é do site da revista "The Hollywood Repórter".
Rudd, de 60 anos, que estava em liberdade condicional, reconheceu ter oferecido grandes quantidades de dinheiro, veículos e até uma casa ao funcionário para retirar as acusações. Até abril, ele negava as acusações.
O baterista fez as ameaças por telefone no dia 26 de setembro do ano passado, o que levou à polícia a realizar uma batida na casa do músico na cidade de Matua, na Ilha do Norte da Nova Zelândia. No local, foi encontrado 0,71 gramas de metanfetamina e 130 gramas de maconha.

O músico conversou com um sócio sobre o que queria que fosse feito com o empregado e sua filha. No dia seguinte, telefonou para a vítima, perguntando se ele ia ao trabalho. Após a resposta positiva, Rudd disse que o mataria.

As ligações foram realizadas pouco depois que o primeiro disco solo de Rudd, "Head Job", lançado em agosto, não estava se sainido bem nas vendas, o que, de acordo com o site neozelandês "Stuff", enfureceu o ex-baterista, que decidiu então despedir vários funcionários, incluindo a vítima das ameaças.

Em novembro do ano passado, a polícia retirou as acusações, por falta de provas. Inicialmente ele havia sido indiciado por tentar contratar um matador de aluguel. O ex-músico foi absolvido em fevereiro, por um tribunal da Nova Zelândia, por ter mentido sobre seu consumo de drogas em um relatório para renovar sua licença de piloto de helicóptero.
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